O Mistério de Mohenjo-Daro, o “Monte dos Mortos”

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Em 1922, arqueólogos descobriram as ruínas de uma misteriosa cidade localizada na província de Sinde, Paquistão, construída por volta de 2.600 a.C e abandonada por volta de 1.900 a.C.

Pelo tamanho e estrutura da cidade, estima-se que havia cerca de 70 mil habitantes, bastante populosa para a época. Além disso, constatou-se expressiva cultura e, ao que tudo indica, a cidade dominava o Vale do Indo e mantinha relações comerciais com povos da Mesopotâmia.

A escrita encontrada era do tipo pictográfico e ainda não foi decifrada, o que dificulta muito conhecer as origens de tal povo e seu enigmático desaparecimento.

O nome da cidade também não foi desboberto, porém, análise em um selo encontrado no local sugeria o nome draviano de Kukkutarma (cidade do Galo), por ser costume da época as rinhas de galo. Contudo, a aterrorizante descoberta de dezenas de esqueletos na região fez com que exploradores modificassem o nome da cidade para Mohenjo-Daro, cujo macabro significado é “Monte dos Mortos”.

O MISTERIOSO DESAPARECIMENTO DA POPULAÇÃO E SUAS ESTRANHAS MORTES

As ruínas de Mohenjo-Daro se distinguem de qualquer outra existente no planeta. A população da cidade misteriosamente desapareceu sem deixar rastro e os poucos que sobraram foram massacrados por uma força semelhante a hecatombe atônica.

O cenário é de horror e desolação. Arqueólogos localizaram dezenas de esqueletos com traços de carbonização e calcinação espalhados pelas ruas e dentro de casas completamente destruídas.

Ao que tudo indica, as vítimas sofreram uma morte violenta e repentina. Muitos esqueletos foram encontrados abraçados uns aos outros ou de mãos dadas. A posição dos corpos indica que as mortes foram súbitas, como se as vítimas tivessem sido colhidas por algo repentino e inevitável enquanto realizavam seus afazeres diários.

As fotos demonstram a ossada aparentemente de familiares que moravam juntos e foram tombados ao chão, por uma força esmagadora e inesperada, permanecendo caídos ao solo, insepultos. Os ossos estão calcinados, fundidos ao solo, devido a imensa temperatura que sofreram.

Pesquisas recentes revelaram terem as ruínas recebido um calor imenso, o que fez com que as rochas fossem derretidas por uma violenta onda de choque térmico.

Os esqueletos encontrados pelas ruas não se tratavam de guerreiros mortos em campos de batalha, mas sim homens, mulheres e crianças que, ao que tudo indica, viviam normalmente na cidade.

Não foram encontradas armas no entorno e os restos mortais não apresentam lesões causadas por arma de corte ou guerra que possam sugerir extermínio bélico.

Além de humanos, foi descoberta a ossada de dezenas de animais, como vacas, cabras, servos, cães, cavalos e até elefantes, também sem qualquer indicativo de morte por armas de corte ou perfuração.

Identificou-se também que as ruas foram varridas por um calor escaldante no momento da catástrofe. Objetos foram arremessados a grande distância, sendo possível a identificação do epicentro da explosão, onde a área ficou coberta de detritos negros e rocha derretida e vitrificada.

O cenário de desolação é total.

O material do epicentro foi levado ao Instituto de Mineralogia de Roma e constatou-se sua vitrificação, processo pelo qual uma rocha passa a um estado de magna em virtude de uma elevadíssima temperatura (cerca de 1500ºC ) e, na sequência, retorna ao estado sólido, apresentando uma aparência de vidro. Este tipo de acontecimento é característico de explosões atômicas.

Além disso, foram encontrados vários vasos fundidos e derretidos apenas de um lado, porém intactos de outro. Tal fenômeno também pode ser constatado em paredes e muros da região – tijolos fundidos apenas de um lado – revelando a direção do calor a partir do epicentro e a ocorrência de uma onda de choque térmico. Esta característica exclui, por completo, a possibilidade de Mohenjo-Daro ter sido destruída por um incêndio.

Também foi descartada a ocorrência de explosão vulcânica – o que poderia causar a vitrificação das rochas – não havendo vulcões na região, o que torna a história dessa cidade totalmente diferente de outras, como Santorini, destruída pela lava de um vulcão em 1613 a.C.

A possibilidade de choque de um meteoro, cometa ou asteroide também foi descartada, não sendo encontrada nenhuma evidência geológica da queda de algum astro nas imediações.

ELEVADOS NÍVEIS DE RADIAÇÃO

Após 20 anos de sua descoberta, as ruínas de Mohenjo-Daro foram novamente estudadas, tendo os pesquisadores constatado elevadíssimo nível de radiação no local com origem não identificada. Níveis semelhantes só foram observados em locais em que houve alguma explosão nuclear, como na região do Novo México (EUA) onde ocorreu os primeiros testes nucleares, bem como nas cidades de Hiroshima e Nagasaki (Japão).

TECNOLOGIA ANCESTRAL NOS TEXTOS HINDUS E SUMÉRIOS

A destruição de Mohenjo-Daro desafia a ciência e a história, sendo um dos maiores mistérios da humanidade.

Se a hecatombe não foi gerada por algum desastre natural, surge a possibilidade do uso, na antiguidade, de algum tipo de armamento nuclear. Mas que tipo de civilização, há mais de cinco mil anos, teria tal tecnologia?

A fim de buscar resposta a tal mistério, encontramos textos antigos que narraram a existência e utilização de sofisticadas armas de guerra na antiguidade.

O Mahabharata é um livro sagrado para o hinduísmo, sendo um dos dois maiores clássicos da Índia, ao lado do Ramáiana. Sua autoria é atribuída a Krishna Dvapayana Vyasa – figura central de devoção da maioria das tradições hinduístas.

Escrito há mais de 5000 anos, o Mahabharata é composto de milhares de versos em sânscrito, sendo que, alguns deles contam detalhadamente a história de uma grande batalha travada entre deuses que usavam máquinas voadoras denominadas Vimanas cuja tradução é “ave artificial habitada”.

As Vimanas eram capazes de voar à “velocidade do vento”, podendo decolar verticalmente, pairar no ar, fazer curvas de noventa graus e camuflarem-se, além de carregarem armas de destruição em massa que estão descritas nos textos sagrados (vide imagem abaixo).

Dentre as armas carregadas pelas Vimanas, o Mahabharata descreve a Narayana que tinha o poder de infectar tudo, incluindo alimentação, armas e roupas. Seria algum tipo de arma química?

Outra arma, mencionada nos textos hindus, era conhecida como Kamaruchi ou “Flecha Inteligente”, capaz de perseguir e destruir seu alvo, lembrando muito os atuais mísseis teleguiados.

Há ainda a denominada Murchdhana, capaz de anular os cinco sentidos humanos, muito parecido com gás tóxico ou venenoso.

Ademais, há a descrição da Shabdavetiva que seguia sons e identificava objetos ocultos, tais como os mísseis modernos capazes de se guiar por ondas sonoras.

Além disso, há relatos de que tais armas foram utilizadas com a consequente destruição de várias cidades antigas.

No texto hindu de Ramayana, mais precisamente no capítulo 81 do Uttara Kanda, há o relato da completa destruição da cidade de Lanka, situada às margens do Rio Indo, além da informação de que a população recebeu aviso de abandonar a região no prazo de uma semana, pois ocorreria uma “chuva de fogo” sobre a região. Naquela ocasião, a maioria da população se evadiu e os poucos que insistiram em permanecer experimentaram uma morte terrível e tiveram seus corpos carbonizados.

Estudiosos acreditam que a cidade de Lanka seria justamente Mohenjo-Daro, também situada perto do Rio Indo e instalada na mesma região geográfica, havendo identidade de característica quanto ao desaparecimento da população, destruição e morte daqueles que lá permaneceram.

O 9º livro do Mahabharata, denominado Bhagavad Gita, relata a destruição de uma cidade pelas naves Vimanas, havendo semelhanças com a aniquilação de Mojendo-Daro:

A riqueza dos textos contidos no livro sagrado hindu sugere, inclusive, os efeitos provocados no corpo humano da radioatividade:

Em outro trecho detalha algo semelhante à destruição nuclear:

OS TEXTOS SUMÉRIOS E A GUERRA NUCLEAR

Além dos textos hindus, há também relatos do uso de bombas de destruição em massa nos textos cuneiformes da suméria, escritos há mais 5000 anos, que impressionam pela sua riqueza de detalhes.

O renomado pesquisador, arqueólogo e escritor Zecharia Sitchin, responsável pela tradução de grande parte das tábuas cuneiformes da Suméria, descreveu, em sua obra, “O Livro Perdido de Enki”, a ocorrência, na antiguidade, de uma sangrenta guerra travada entre os anunnakis pertencentes ao clã de Enlil contra o filho primogênito de Enlil (Marduk), ocasião em que foram utilizadas as “Armas do Terror” para a destruição de cidades comandadas por Marduk.

De acordo com Sitchin, os nomes das bombas usadas pelos anunnakis eram bem sugestivos e demonstram seu potencial destrutivo, quais sejam, I) “A que não tem rival”, II) “Chama Ardente”, III) “A que desmorona com terror”, IV) “Fundidora de Montanhas”, V)“Vento que busca os limites do mundo”,  VI)“A que ninguém perdoa” e VII“Vaporizadora do Vivente”. 

Zecharia Sitchin trouxe a tradução, na Décima Terceira Tabuleta suméria, de um espantoso conflito que lembra, em muito, as duas bombas atômicas explodidas no Japão, em 06 de agosto de 1945:

Então Ninurta soltou aos céus a primeira arma de terror, com um resplendor, o topo do Monte Mashu se rachou, as vísceras do monte se fundiram em um instante.

Sobre o Lugar dos Carros Celestiais libertou a segunda arma, com o esplendor de sete sóis, as rochas da planície se tornaram uma ferida aberta.

A Terra tremeu e desmoronou, os céus se obscureceram depois do resplendor;

A planície dos carros se cobriu de pedras queimadas e trituradas.

De todos os bosques que havia rodeado a planície, somente três troncos ficaram em pé (…)

Destruiu por completo as cinco cidades do vale, viraram desolação.

Com fogo e enxofre foram arrasadas, tudo o que ali vivia se converteu em vapor (…).

Os resplendores foram seguidos pelo obscurecimento dos céus, depois soprou a tempestade formando redemoinhos dentro de uma escura nuvem, um Vento Maligno levava a penumbra dos céus.

Com o transcorrer do dia, o sol desapareceu sobre o horizonte de destruição (…)

A nuvem marrom escura se dirigiu para o este, para as terras habitadas se estendeu a nuvem, onde quer que chegasse, trazia sem misericórdia a morte de tudo o que vive (…)

os habitantes das terras caíram sob as garras do Vento Maligno, inútil foi sua fuga (…)

Lentamente sobrou o Vento Maligno sobre as terras, curou do oeste a leste sobre planícies e montanhas.

Tudo o que vivia, depois dele ficava morto e moribundo, a gente e o gado pereciam igualmente.

As águas e envenenaram, nos campos, murchou a vegetação. 

****

O certo é que há um consenso entre estudiosos de que algo misterioso ocorreu em Mohenjo-Daro. A explosão de uma bomba nuclear na região é hipótese que não deve ser descartada por não se encaixar nos livros de história convencionais.

As ruínas nos contam um contexto completamente diferente do que nos é ensinado em livros acadêmicos. Algo realmente estranho aconteceu ali, algo em que a arqueologia tradicional insiste em fechar os olhos e negar sua existência, já que confronta as crenças normalmente aceitas da evolução linear da humanidade.

O que, de fato, ocorreu em Mohenjo-Daro é um grande mistério. As ruínas surgiram ao mundo e se tornaram um dos maiores enigmas da humanidade.

Já que os arqueólogos tradicionais não conseguem decifrar Mohenjo-Daro à luz dos conceitos ortodoxos, talvez esteja na hora de ampliarmos nossos conhecimentos e analisar os textos antigos com maior seriedade, não apenas com fábulas ou mitos, mas como fatos concretos que, talvez, possam realmente ter ocorrido.


Referências:

https://www.harappa.com/mohenjo-daro/mohenjodaroessay.html

https://www.ancient-origins.net/ancient-places-asia/mohenjo-daro-massacre-00819

Mohenjo-Daro: Explosões Nucleares na Antiguidade?

http://aborigine42.blogspot.com/2012/01/mahabharata-vimanas-e-os.html

https://ufo.com.br/artigos/os-incriveis-vimanas-e-a-ndia-antiga.html

 

Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

Posted in Antigas Civilizações, Lugares Misteriosos, Teoria Astronautas Antigos.

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