Cemitério Indígena de 500 Anos Descoberto Na Amazônia

Arqueólogos do Instituto Mamirauá, pela primeira vez, durante uma expedição entre os dias 10 e 25 de julho deste ano, conseguiram encontrar e pesquisar in loco nove urnas funerárias em um cemitério indígena, na comunidade Tauary, às margens do Rio Tefé, região central da Amazônia.

As urnas estavam enterradas a 40 cm de profundidade e ocupavam uma área de 4 metros quadrados. Os primeiros artefatos foram encontrada em 2014, por acaso, durante obras realizadas pelos próprios moradores da comunidade Tauary, composta por 21 famílias.

Ao todo, 16 urnas já foram encontradas, sendo que uma delas foi aberta e encontrada uma ossada em seu interior. O pesquisador Eduardo Kazuo afirma que “nós descobrimos mais de uma por dia, primeiro veio uma, começamos a limpar, aí surgia outra ao lado e foram aparecendo como um efeito dominó”. A arqueóloga e especialista no estudo de urnas na Amazônia, Anne Rapp Py-Daniela, relatou que “as urnas funerárias fazem parte das práticas mortuárias de muitos grupos indígenas. Elas eram mais comuns no passado. Elas são muito variadas e estão intimamente ligadas às crenças e religiões praticadas, parecido com o que é praticado nos cemitérios das cidades”.

LEIA MAIS

Os Misteriosos Geoglifos da África do Sul

No final do mês de Agosto de 2018, utilizando o aplicativo da Google Earth, iniciei um dificultoso trabalho de “sobrevoar” a África do Sul, na esperança de encontrar alguma evidência ou ruínas que comprovassem a existência da cidade de Abzu, citado no Livro Perdido de Enki, escrito por Zecharia Sitchin, como lugar de mineração de ouro, utilizado por civilizações antigas.

Não imaginava o quão difícil seria a análise de tais imagens, uma penosa busca por qualquer evidência, escondida debaixo das areias do deserto, em meio a infinitas cadeias de montanhas do continente africano.

Já estava cansado e quase desistindo da procura quando me deparei com algo que meus olhos não podiam acreditar, algo realmente extraordinário!

LEIA MAIS

A misteriosa e magnífica Ilha de Páscoa

DESCOBERTA DA REGIÃO

A Região Polinésia já teria sido visitada no passado. Há cerca de 3.200 anos, os asiáticos já faziam explorações marítimas. Alguns pesquisadores acreditam que a colonização começou há muito mais tempo, por volta do ano de 8.000 A.C.. Eles teriam se utilizado de catamarãs e partido da Indonésia. Supõe-se de que eles teriam vindo do arquipélago de Bismark e que seriam agricultores e navegadores que utilizaram canoas para enfrentar o mar aberto, chegando às ilhas Fiji (Polinésia Ocidental), Samoa e Tonga.

Alguns pesquisadores consideram que há fortes indícios de que estas ilhas teriam sido descobertas por viajantes que, mesmo com grande planejamento, decidiram navegar rumo ao desconhecido. Outros estudiosos dizem apenas que as ilhas polinésias foram descobertas por acaso. Os colonizadores da Ilha de Páscoa teriam partido das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson em uma viagem de aproximadamente dezessete dias levando várias espécies de fauna e flora. Entre elas, bananas, porcos, cães e galinhas.

Por meio de algumas publicações, deduz-se que a colonização teria ocorrido entre os anos de 300 e 400 D.C. Porém, estudiosos sobre a região contestam esta data por considerarem suas metodologias de cálculo precárias. As questionam quando aplicadas ao idioma da Ilha de Páscoa, que teria tido contato de informantes taitianos e marquesanos.

LEIA MAIS

Vajra: O Cortador Micro-ondas Alienígena?

Segundo a mitologia hindu, Vajra é a arma de Indra, a divindade do trovão. Em sânscrito, a palavra ‘Vajra’ significa tanto raio quanto diamante. É dito que a arma Vajra possui a indestrutibilidade do diamante e a força irresistível do raio. O Vajra é dito ter a capacidade de abrir portas estelares para outros planetas.

O dr. Ernst Muldashev trouxe do Nepal uma foto do vajra, que segundo dizem foi usada para cortar pedras.

Segundo ele, ouviu os servos do templo dizendo: “Este dispositivo foi projetado para a moagem de montanhas. Estes dispositivos eram de tamanhos diferentes e chamados de Javra”, e continua “”tal dispositivo subia no ar e voava em obediência ao pensamento do homem”. “Ele poderia moer montanhas, girando a grande velocidade, movendo-se sob a água e no subsolo e retornar”.

LEIA MAIS

Teria sido a Arca de Noé um banco de DNA?

Antes da Arca, devemos começar falando sobre as descobertas arqueológicas do Grande Dilúvio. Estudiosos especulam que o aumento dos níveis dos oceanos poderia ter ocasionado o estouro do Mar Mediterrâneo por meio de uma represa natural, criando assim uma inundação tão grande que imergiu uma área estimada em 150.000 km² sob 150 m de água.

E, de fato, arqueólogos tradicionais sabem que no Mediterrâneo há mais de duzentas cidades submersas conhecidas. Essas cidades também de alguma forma foram inundadas ao mesmo tempo em que o Mar Negro.

Escrita no livro Gênesis, a história de Noé diz que Deus “viu que a maldade dos homens era grande” e decidiu destruir toda a criação. Apenas Noé, sua família e os animais a bordo da arca foram autorizados a sobreviver e repovoar o planeta. Mas seria esta a história toda?

LEIA MAIS

Adão e Eva, e o mito da criação

Muitos de nós crescemos doutrinados por alguma das religiões abraâmicas. Estas são separadas em três vertentes: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Todas são monoteístas e concebem o Deus dos textos sagrados como Universal e Criador de Todas as Coisas. As três falam sobre uma possível origem do Homem a partir de um molde de barro feito pelas mãos do próprio Deus. O conto bíblico continua dizendo que, após a criação, o homem teria sido posto no Jardim do Éden para que dele cuidasse. Também conta sobre como teria surgido a mulher a partir de uma das costelas de Adão, e, mais para frente, sobre como o casal teria caído em desgraça após ouvir a maléfica serpente que por ali se arrastava. Também sobre como Deus, ao perceber que algo neles havia mudado, se enfureceu e expulsou o jovem casal do Paraíso, os condenando a uma vida de trabalho e sofrimento. Essa estória sabe-se de cor e salteada, e, apesar da beleza propositalmente alegórica que o texto traz e da curiosidade perplexa que é capaz de causar, acaba por surtir na maioria das pessoas a racional e debochada desconfiança de que tudo isso não passa de um mito para explicar algo mais complexo. Ora… Aprendemos nas escolas que viemos e evoluímos do macaco!

Na verdade, a Teoria da Evolução não diz que o homem veio do macaco – esse é um equívoco comum sobre teoria de Darwin. A tal teoria diz que os humanos e os macacos possuem um ancestral em comum e que pertencem ao grupo dos primatas. De qualquer forma, levou muito tempo para que nossa sociedade aceitasse a Teoria da Evolução como crença mais coerente sobre nossa origem. Então, o que mais haveria para ser investigado se já temos a resposta?

LEIA MAIS

As Múmias de Nazca: Verdade ou Fraude?

Inicialmente, tal detalhe fica em segundo plano quando vemos sua clara anatomia anômala e estranha. A primeira coisa que chama nossa atenção, assim que repousamos os olhos nas Múmias de Nazca, são suas mãos e pés com três dedos extremamente compridos e seu crânio inusitado, visivelmente maior do que o comum e alongado. O vídeo começa dizendo que “podemos estar diante da maior descoberta arqueológica do século XXI”: será que tal afirmação está certa? Ou trata-se de uma grande farsa muito bem elaborada?

Apenas uma semana após o vídeo da múmia peruana ter sido publicado, outro trecho do documentário foi liberado no YouTube exibindo outras três múmias ainda mais estranhas. Também continham três dedos nas mãos e pés e crânios alongados, mas apenas cerca de 60 cm de altura!

Entretanto, afinal, como, onde e quando essas múmias bizarras foram encontradas?

Nesta matéria, a mais completa já publicada no Brasil sobre o assunto, será abordado em detalhes um dos casos mais polêmicos da história da Arqueologia em nosso continente para que sejam respondidas as questões levantadas acima.

LEIA MAIS