Enigmáticas Pirâmides da Indonésia Podem Ter 25.000 Anos

Em 1914, uma equipe de arqueólogos encontrou uma misteriosa estrutura em formato piramidal e aparentemente artificial, localizada na aldeia de Karyamukti, regência de Cianjur, província de Java Ocidental, Indonésia, medindo em torno de 29 hectares, cerca de quatro campos de futebol.

Tal estrutura já era conhecida por nativos da região que a denominaram “Gunung Padang”, cujo significado é “Montanha da Luz” ou “Montanha da Iluminação”, sendo o local considerado sagrado e centro de adoração.

Impressionados com a descoberta, arqueólogos e cientistas iniciaram pesquisas junto à estrutura, porém os trabalhos foram interrompidos em virtude da recusa, por parte das autoridades locais, em conceder-lhes autorização para exploração, devido à grande resistência de populares que acusavam os exploradores de profanação das estruturas lá existentes.

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Homo Sapiens no Centro Oeste do Brasil: Evidências da Presença Humana Há 27.000 Anos em Mato Grosso

Distante dos oceanos Pacífico e Atlântico no mínimo 1500 Km, o Estado do Mato Grosso, no Brasil, guarda importantes vestígios da presença de Homo sapiens no centro da América do Sul.

São dois paredões calcários que preservam parte de uma pré-história pouco conhecida do Brasil e das Américas. Um abrigo rochoso denominado Santa Elina.

Arqueólogos do Museu Nacional de História Natural da França, coordenaram escavações no local entre os anos de 1984 e 2004. Muito embora não tenham encontrado ossadas de Homo sapiens, descobriram indícios de que o homem moderno teria habitado a região em dois momentos: por volta de 27 mil anos e entre 12 mil e 2 mil anos atrás.

A descoberta acabou dando origem a uma pergunta ainda sem resposta: Como poderia a espécie humana ter se estabelecido num ponto tão distante do litoral num tempo tão longínquo?

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Encontrado Giz de Cera Primitivo: Um Artefato Colorindo o passado

Num antigo lago, coberto por turfa através do tempo, perto de Scarborough, North Yorkshire, arqueólogos acreditam terem encontrado um antigo exemplar de giz de cera, possivelmente usado por nossos ancestrais na coloração de peles de animais ou em obras de arte há mais de 10.000 anos. Curiosamente, num outro local do mesmo lago, foi encontrado um seixo ocre de superfície rigidamente estriada sugerindo ter sido raspado a fim de se obter pigmento vermelho, porém pedras sulcadas parecem ser raras no período mesolítico da Grã-Bretanha.

Os sítios onde os artefatos foram encontrados, ao redor de Palaeo-Lake Flixton no Vale de Pickering (North Yorkshire, Reino Unido), são partes ricas em artes da pré-História. Consta que, um pingente, a primeira arte mesolítica conhecida na Grã-Bretanha foi encontrado lá, num famoso local chamado Star Carr , no ano de 2015.

O termo Mesolítico ou Epipaleolítico é usado para denominar o período de transição entre o Paleolítico e o Neolítico na pré história, e está presente em apenas algumas regiões do mundo, onde não houve transição direta entre esses dois períodos.

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Klaus Dona, O “Indiana Jones” Austríaco

Artista plástico por formação, o curador e pesquisador Klaus Dona tornou-se conhecido pelo instigante trabalho de exploração arqueológica ao redor do mundo. Suas expedições partem desde sua terra natal, a Áustria, até cantos escondidos no Equador, Guatemala ou Sardenha. Descubra um pouco mais sobre seu trabalho e suas teorias esclarecedoras.

Respeitado pela abordagem nada convencional sobre arqueologia em suas investigações, Klaus Dona tem desvendado vários mistérios e organizado exposições ao redor do mundo, devido à sua vasta experiência com o universo das Artes e das explorações históricas. Muito de seu trabalho como colecionador e investigador ocorreu durante sua estada como curador da Habsburg Haus of Austria. Dona tem como principal missão trazer ao público suas descobertas arqueológicas sobre artefatos que não se encaixam nos padrões de nossos tempos, tais como esculturas, crânios de cristal, escritos, entre outros achados. Esses mais de 3500 objetos, denominados Ooparts (do inglês “out-of-place artifacts”, ou “artefatos fora do lugar”, de contexto), são elementos que exibem características que não podem ser explicadas pela arqueologia tradicional, por apresentarem qualidades fora do padrão histórico ao qual deveriam pertencer pelos sistemas de datação.

Algumas de suas mais famosas pesquisas envolvem as pirâmides submersas de Yonaguni encontradas em 1985, no litoral japonês próximo às ilhas Ryukyu pelo mergulhador Kihachiro Aratake. As formações têm cerca de 200 metros de largura e 140 de extensão, com altura de aproximadamente 26 no ponto mais alto. Tais achados, a cerca de 25 metros de profundidade, causaram desconforto entre membros da comunidade científica, que afirmam terem sido construídas naturalmente. No entanto, Dona observa que no topo de duas dessas formações foram descobertas esculturas de animais: um pássaro semelhante a uma águia, e uma pedra gigantesca no formato de uma tartaruga. Como afirma Dona, a natureza, apesar de perfeita, ainda não está esculpindo de maneira tão precisa. Imagens revelam estruturas simétricas e perfeitamente esculpidas, como escadarias e retângulos em ângulos exatos; evidências, de acordo com Dona, de que seriam construções humanas.

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Máquina de Anticítera: Revelação de um Cosmos Portátil e Milenar

Restos de um mecanismo enigmático e surpreendentemente tecnológico foi encontrado por mergulhadores, há mais de um século, provavelmente entre os anos de 1900 e 1902 no fundo do mar da ilha grega de Anticítera (original Antikythera ).

A princípio, por terem sido encontrados junto a outros artefatos, supunha-se que se tratava apenas de pedaços de uma estátua quebrada envolvida num tipo de barro endurecido. Por este motivo a magnitude deste achado fora ignorado por um expressivo espaço de tempo. Até que sob o olhar perspicaz de um arqueólogo do museu para onde haviam sido levados, descobria-se um pedaço de metal arredondado por traz do barro, muito parecido a uma roda. O barro então foi retirado, confirmando um objeto de metal em forma de roda que sendo mais profundamente estudado revelava outras peças dentadas e que juntas formavam um dispositivo bem mais complexo , de um tipo que não haveria sequer como imaginar pertencer a Antiguidade.

Análises e mais estudos posteriores com RX e raios Gama, expunham sem dúvidas, um mecanismo astronômico de precisão, muito bem elaborado, composto por engrenagens talhadas a mão, e que passava a ganhar inestimável valor envolto a intrigantes mistérios.

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A Guerra Contra a História

A disputa por território no Oriente Médio já destruiu sítios arqueológicos de grande importância para a história da humanidade.

O Estado Islâmico vem sistematicamente destruindo comunidades, culturas e história em sua insana guerra sob a falsa bandeira da liberdade e independência do povo curdo. O conflito motivado pela ânsia por dominação territorial fez sua mais recente vítima em janeiro deste ano: um templo de mais de 3 mil anos. Em bombardeio aéreo turco realizado no norte da Síria, o sítio arqueológico onde se localiza o templo de Ain Dara teve devastação estimada em 60% das suas construções e monumentos.

O sítio, que ficou famoso por seus leões em basalto e afrescos esculpidos em pedra, foi descoberto em 1982 e possui uma área em torno de 50 hectares. Localizado na região de Afrin, ao norte da Síria, guardava 3 mil anos de história da civilização que viveu naquela parte do planeta durante a chamada “Era Arameia” (1.300 a 1.700 anos a.C.). O templo de Ain Dara é considerado o edifício mais importante construído pelos arameus na Síria. Essa civilização, denominada sírio-hitita, fizera parte de um império na região do Oriente Médio contemporâneo ao Reino da Babilônia. As esculturas do templo eram possivelmente dedicadas aos deuses da Mesopotâmia: Ishtar (deusa do amor e da felicidade), Astarte (deusa que representa a divindade feminina), ou Hadad (deus da chuva).

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Cemitério Indígena de 500 Anos Descoberto Na Amazônia

Arqueólogos do Instituto Mamirauá, pela primeira vez, durante uma expedição entre os dias 10 e 25 de julho deste ano, conseguiram encontrar e pesquisar in loco nove urnas funerárias em um cemitério indígena, na comunidade Tauary, às margens do Rio Tefé, região central da Amazônia.

As urnas estavam enterradas a 40 cm de profundidade e ocupavam uma área de 4 metros quadrados. Os primeiros artefatos foram encontrada em 2014, por acaso, durante obras realizadas pelos próprios moradores da comunidade Tauary, composta por 21 famílias.

Ao todo, 16 urnas já foram encontradas, sendo que uma delas foi aberta e encontrada uma ossada em seu interior. O pesquisador Eduardo Kazuo afirma que “nós descobrimos mais de uma por dia, primeiro veio uma, começamos a limpar, aí surgia outra ao lado e foram aparecendo como um efeito dominó”. A arqueóloga e especialista no estudo de urnas na Amazônia, Anne Rapp Py-Daniela, relatou que “as urnas funerárias fazem parte das práticas mortuárias de muitos grupos indígenas. Elas eram mais comuns no passado. Elas são muito variadas e estão intimamente ligadas às crenças e religiões praticadas, parecido com o que é praticado nos cemitérios das cidades”.

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Os Misteriosos Geoglifos da África do Sul

No final do mês de Agosto de 2018, utilizando o aplicativo da Google Earth, iniciei um dificultoso trabalho de “sobrevoar” a África do Sul, na esperança de encontrar alguma evidência ou ruínas que comprovassem a existência da cidade de Abzu, citado no Livro Perdido de Enki, escrito por Zeccharia Sitchin, como lugar de mineração de ouro, utilizado por civilizações antigas.

Não imaginava o quão difícil seria a análise de tais imagens, uma penosa busca por qualquer evidência, escondida debaixo das areias do deserto, em meio a infinitas cadeias de montanhas do continente africano.

Já estava cansado e quase desistindo da procura quando me deparei com algo que meus olhos não podiam acreditar, algo realmente extraordinário!

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A misteriosa e magnífica Ilha de Páscoa

DESCOBERTA DA REGIÃO

A Região Polinésia já teria sido visitada no passado. Há cerca de 3.200 anos, os asiáticos já faziam explorações marítimas. Alguns pesquisadores acreditam que a colonização começou há muito mais tempo, por volta do ano de 8.000 A.C.. Eles teriam se utilizado de catamarãs e partido da Indonésia. Supõe-se de que eles teriam vindo do arquipélago de Bismark e que seriam agricultores e navegadores que utilizaram canoas para enfrentar o mar aberto, chegando às ilhas Fiji (Polinésia Ocidental), Samoa e Tonga.

Alguns pesquisadores consideram que há fortes indícios de que estas ilhas teriam sido descobertas por viajantes que, mesmo com grande planejamento, decidiram navegar rumo ao desconhecido. Outros estudiosos dizem apenas que as ilhas polinésias foram descobertas por acaso. Os colonizadores da Ilha de Páscoa teriam partido das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson em uma viagem de aproximadamente dezessete dias levando várias espécies de fauna e flora. Entre elas, bananas, porcos, cães e galinhas.

Por meio de algumas publicações, deduz-se que a colonização teria ocorrido entre os anos de 300 e 400 D.C. Porém, estudiosos sobre a região contestam esta data por considerarem suas metodologias de cálculo precárias. As questionam quando aplicadas ao idioma da Ilha de Páscoa, que teria tido contato de informantes taitianos e marquesanos.

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Vajra: O Cortador Micro-ondas Alienígena?

Segundo a mitologia hindu, Vajra é a arma de Indra, a divindade do trovão. Em sânscrito, a palavra ‘Vajra’ significa tanto raio quanto diamante. É dito que a arma Vajra possui a indestrutibilidade do diamante e a força irresistível do raio. O Vajra é dito ter a capacidade de abrir portas estelares para outros planetas.

O dr. Ernst Muldashev trouxe do Nepal uma foto do vajra, que segundo dizem foi usada para cortar pedras.

Segundo ele, ouviu os servos do templo dizendo: “Este dispositivo foi projetado para a moagem de montanhas. Estes dispositivos eram de tamanhos diferentes e chamados de Javra”, e continua “”tal dispositivo subia no ar e voava em obediência ao pensamento do homem”. “Ele poderia moer montanhas, girando a grande velocidade, movendo-se sob a água e no subsolo e retornar”.

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