O Mistério de Mohenjo-Daro, o “Monte dos Mortos”

Em 1922, arqueólogos descobriram as ruínas de uma misteriosa cidade localizada na província de Sinde, Paquistão, construída por volta de 2.600 a.C e abandonada por volta de 1.900 a.C.

Pelo tamanho e estrutura da cidade, estima-se que havia cerca de 70 mil habitantes, bastante populosa para a época. Além disso, constatou-se expressiva cultura e, ao que tudo indica, a cidade dominava o Vale do Indo e mantinha relações comerciais com povos da Mesopotâmia.

A escrita encontrada era do tipo pictográfico e ainda não foi decifrada, o que dificulta muito conhecer as origens de tal povo e seu enigmático desaparecimento.

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

A Enigmática Cueva de Los Tayos: Mistérios e Tesouros que Sobrevivem ao Tempo

Na região amazônica equatoriana, chamada de Morona Santiago, há uma caverna muito profunda, conhecida por Cueva de los Tayos. Possui este nome por ser moradia dos Tayos, pássaros quase cegos que vivem nas profundezas da caverna que fica a uma altitude de 800 metros acima do nível do mar

A intrigante descoberta na Cueva de Los Tayos girou em torno do Sr. Janos “Juan” Moricz, um empresário argentino-húngaro aristocrático que alegou ter descoberto uma série de túneis no Equador que guardavam uma “Biblioteca de Metal”. Ele tentou registrar no Cartório da cidade de Cuenca uma escritura declarada na presença de várias testemunhas que confirmaram sua incrível descoberta, porém não se sabe ao certo se isso lhe foi permitido. A escritura expõe: “Na região oriental, província de Morona-Santiago, dentro dos limites da República do Equador, descobri preciosos objetos de grande valor cultural e histórico para a humanidade; contêm, provavelmente, o resumo da história de uma civilização desaparecida da qual, até essa data, não tínhamos o menor indício. Os objetos consistem principalmente de lâminas metálicas gravadas com signos e escrituras ideográficas, verdadeira biblioteca metálica que contém a relação cronológica da história da humanidade. Tais objetos se encontram espalhados dentro das diversas cavernas e são de natureza variada.”

Consta que Juan Moricz foi levado à entrada da caverna pelos índios Shuar, graças à amizade que mantinha com eles. Moricz acreditava que uma civilização perdida havia vivido no interior das cavernas, cuja rede de túneis subterrâneos com diversas entradas ocultas se espalhavam sob a América Latina inteira ligando todo o continente. Essa crença, da qual partilhou Juan Moricz, existe na maioria das culturas indígenas do continente americano. Os índios do Equador, como os Shuaras e Coangos, acreditam que os tuneis foram usados num passado distante por seus antepassados, permitindo assim, o contato entre os povos de terras distantes, contudo ao deixarem as cavernas para viverem sobre a terra, o conhecimento das entradas ocultas foram se perdendo.

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Enigmáticas Pirâmides da Indonésia Podem Ter 25.000 Anos

Em 1914, uma equipe de arqueólogos encontrou uma misteriosa estrutura em formato piramidal e aparentemente artificial, localizada na aldeia de Karyamukti, regência de Cianjur, província de Java Ocidental, Indonésia, medindo em torno de 29 hectares, cerca de quatro campos de futebol.

Tal estrutura já era conhecida por nativos da região que a denominaram “Gunung Padang”, cujo significado é “Montanha da Luz” ou “Montanha da Iluminação”, sendo o local considerado sagrado e centro de adoração.

Impressionados com a descoberta, arqueólogos e cientistas iniciaram pesquisas junto à estrutura, porém os trabalhos foram interrompidos em virtude da recusa, por parte das autoridades locais, em conceder-lhes autorização para exploração, devido à grande resistência de populares que acusavam os exploradores de profanação das estruturas lá existentes.

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

Homo Sapiens no Centro Oeste do Brasil: Evidências da Presença Humana Há 27.000 Anos em Mato Grosso

Distante dos oceanos Pacífico e Atlântico no mínimo 1500 Km, o Estado do Mato Grosso, no Brasil, guarda importantes vestígios da presença de Homo sapiens no centro da América do Sul.

São dois paredões calcários que preservam parte de uma pré-história pouco conhecida do Brasil e das Américas. Um abrigo rochoso denominado Santa Elina.

Arqueólogos do Museu Nacional de História Natural da França, coordenaram escavações no local entre os anos de 1984 e 2004. Muito embora não tenham encontrado ossadas de Homo sapiens, descobriram indícios de que o homem moderno teria habitado a região em dois momentos: por volta de 27 mil anos e entre 12 mil e 2 mil anos atrás.

A descoberta acabou dando origem a uma pergunta ainda sem resposta: Como poderia a espécie humana ter se estabelecido num ponto tão distante do litoral num tempo tão longínquo?

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

Os Misteriosos Geoglifos da África do Sul

No final do mês de Agosto de 2018, utilizando o aplicativo da Google Earth, iniciei um dificultoso trabalho de “sobrevoar” a África do Sul, na esperança de encontrar alguma evidência ou ruínas que comprovassem a existência da cidade de Abzu, citado no Livro Perdido de Enki, escrito por Zecharia Sitchin, como lugar de mineração de ouro, utilizado por civilizações antigas.

Não imaginava o quão difícil seria a análise de tais imagens, uma penosa busca por qualquer evidência, escondida debaixo das areias do deserto, em meio a infinitas cadeias de montanhas do continente africano.

Já estava cansado e quase desistindo da procura quando me deparei com algo que meus olhos não podiam acreditar, algo realmente extraordinário!

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.