Discos Voadores Num Passado Distante? Aeronaves e Robôs descritos na Antiga Literatura Védica da Índia

A ciência atual diz que nós humanos surgirmos pela primeira vez há menos de 200 mil anos, no entanto os escritos históricos da antiga Índia, falam da presença humana há mais de milhões de anos atrás.

Escrita em sânscrito, a literatura védica da Índia possui muitos tópicos, entre eles, história, religião, filosofia, cosmologia, ciência militar, ciência política, ciências médicas, e também o “vastu” (ciência da arquitetura).

Para muitos historiadores e arqueólogos, as pessoas que falavam sânscrito, escreviam a literatura védica e seguiam sua cultura, não eram nativas da Índia. Eles sugerem que este povo teria entrado pela primeira vez na Índia há cerca de 3.500 anos, vindo pelo Noroeste, entretanto a própria literatura védica menciona suas cidades há mais de 3.500 anos.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

Encontrado Raro Artefato da Idade do Bronze na Europa: Uma Luva de Metal de 3.500 Anos

Uma Luva de Metal de 3.500 Anos foi encontrada recentemente, em 2017, próximo ao Lago Biel, perto do vilarejo de Prêles, na Suíça, por caçadores de tesouros que usavam detectores de metal, e que mais tarde vieram a entrega-la às autoridades, junto com um punhal de bronze e um osso de costela que encontraram nas proximidades.

Os arqueólogos ficaram fascinados com tamanha descoberta, pois se trata da representação de metal de um corpo humano mais antiga encontrada na Europa. A luva que foi datada em 3.500 anos é um pouco menor que o esperado para um tamanho normal, porém foi forjada com meio quilo de bronze. O punho da luva é curiosamente de ouro, e usando radiocarbono, um método de datação radiométrica que usa o radioisótopo de ocorrência natural carbono-14(14C) para determinar a idade de materiais carbonáceos até cerca de 60 000 anos, os pesquisadores conseguiram estimar, também, a data da cola usada para fixar o punho de ouro da luva chegando a datar cerca de 1.400 e 1500 anos, confirmando a Idade do Bronze na Europa.

Um detalhe interessante no achado, é que existe um soquete dentro da mão, o que poderia ter sido feito para o encaixe de um bastão.

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Klaus Dona, O “Indiana Jones” Austríaco

Artista plástico por formação, o curador e pesquisador Klaus Dona tornou-se conhecido pelo instigante trabalho de exploração arqueológica ao redor do mundo. Suas expedições partem desde sua terra natal, a Áustria, até cantos escondidos no Equador, Guatemala ou Sardenha. Descubra um pouco mais sobre seu trabalho e suas teorias esclarecedoras.

Respeitado pela abordagem nada convencional sobre arqueologia em suas investigações, Klaus Dona tem desvendado vários mistérios e organizado exposições ao redor do mundo, devido à sua vasta experiência com o universo das Artes e das explorações históricas. Muito de seu trabalho como colecionador e investigador ocorreu durante sua estada como curador da Habsburg Haus of Austria. Dona tem como principal missão trazer ao público suas descobertas arqueológicas sobre artefatos que não se encaixam nos padrões de nossos tempos, tais como esculturas, crânios de cristal, escritos, entre outros achados. Esses mais de 3500 objetos, denominados Ooparts (do inglês “out-of-place artifacts”, ou “artefatos fora do lugar”, de contexto), são elementos que exibem características que não podem ser explicadas pela arqueologia tradicional, por apresentarem qualidades fora do padrão histórico ao qual deveriam pertencer pelos sistemas de datação.

Algumas de suas mais famosas pesquisas envolvem as pirâmides submersas de Yonaguni encontradas em 1985, no litoral japonês próximo às ilhas Ryukyu pelo mergulhador Kihachiro Aratake. As formações têm cerca de 200 metros de largura e 140 de extensão, com altura de aproximadamente 26 no ponto mais alto. Tais achados, a cerca de 25 metros de profundidade, causaram desconforto entre membros da comunidade científica, que afirmam terem sido construídas naturalmente. No entanto, Dona observa que no topo de duas dessas formações foram descobertas esculturas de animais: um pássaro semelhante a uma águia, e uma pedra gigantesca no formato de uma tartaruga. Como afirma Dona, a natureza, apesar de perfeita, ainda não está esculpindo de maneira tão precisa. Imagens revelam estruturas simétricas e perfeitamente esculpidas, como escadarias e retângulos em ângulos exatos; evidências, de acordo com Dona, de que seriam construções humanas.

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É professora de inglês e português para estrangeiros, tradutora, psicoterapeuta e mestre reikiana. Também é mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC/SP e mestre em Educação Internacional pela Framingham State University. Fã de rock clássico e fotografia, Ana adora pesquisar sobre os mistérios do planeta e do universo, além de terapias holísticas e espiritualidade.

Máquina de Anticítera: Revelação de um Cosmos Portátil e Milenar

Restos de um mecanismo enigmático e surpreendentemente tecnológico foi encontrado por mergulhadores, há mais de um século, provavelmente entre os anos de 1900 e 1902 no fundo do mar da ilha grega de Anticítera (original Antikythera ).

A princípio, por terem sido encontrados junto a outros artefatos, supunha-se que se tratava apenas de pedaços de uma estátua quebrada envolvida num tipo de barro endurecido. Por este motivo a magnitude deste achado fora ignorado por um expressivo espaço de tempo. Até que sob o olhar perspicaz de um arqueólogo do museu para onde haviam sido levados, descobria-se um pedaço de metal arredondado por traz do barro, muito parecido a uma roda. O barro então foi retirado, confirmando um objeto de metal em forma de roda que sendo mais profundamente estudado revelava outras peças dentadas e que juntas formavam um dispositivo bem mais complexo , de um tipo que não haveria sequer como imaginar pertencer a Antiguidade.

Análises e mais estudos posteriores com RX e raios Gama, expunham sem dúvidas, um mecanismo astronômico de precisão, muito bem elaborado, composto por engrenagens talhadas a mão, e que passava a ganhar inestimável valor envolto a intrigantes mistérios.

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