Discos Voadores Num Passado Distante? Aeronaves e Robôs descritos na Antiga Literatura Védica da Índia

A ciência atual diz que nós humanos surgirmos pela primeira vez há menos de 200 mil anos, no entanto os escritos históricos da antiga Índia, falam da presença humana há mais de milhões de anos atrás.

Escrita em sânscrito, a literatura védica da Índia possui muitos tópicos, entre eles, história, religião, filosofia, cosmologia, ciência militar, ciência política, ciências médicas, e também o “vastu” (ciência da arquitetura).

Para muitos historiadores e arqueólogos, as pessoas que falavam sânscrito, escreviam a literatura védica e seguiam sua cultura, não eram nativas da Índia. Eles sugerem que este povo teria entrado pela primeira vez na Índia há cerca de 3.500 anos, vindo pelo Noroeste, entretanto a própria literatura védica menciona suas cidades há mais de 3.500 anos.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

A Misteriosa Tribo Dogon, O Povo Das Estrelas

No início do século XX, foi descoberta uma misteriosa tribo radicada em uma remota região desértica, no interior da África Ocidental, situada próximo à Tinbuktu, no Máli, mais precisamente na Falésia de Bandiagara, local onde há uma falha geológica de aproximadamente 200 km de extensão, localizada entre o rio Níger e a savana.

As altas paredes das rochas, aliadas à precariedade e aridez do lugar, contribuiu para que os habitantes da tribo permanecessem isolados durante milênios, mantendo intocáveis sua cultura e costumes até o século XX.

Seus habitantes vivem em um território bastante hostil e árido, com chuvas anuais de apenas 40 milímetros e temperatura de até 60 graus centígrados e seu modo de vida é considerado primitivo para os padrões modernos. Apesar de todas as adversidades impostas pelo meio ambiente, este povo conseguiu sobreviver através da caça e do cultivo de milho, pequenos grãos, cebolas, amendoim, algodão e fumo. Suas casas são construídas com uma mistura de argila, palha e esterco bovino e sua estrutura social é composta basicamente de camponeses, caçadores, artesãos, feiticeiros e sacerdotes, estes últimos detentores de posição hierárquica mais elevada na tribo.

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

O Mistério de Mohenjo-Daro, o “Monte dos Mortos”

Em 1922, arqueólogos descobriram as ruínas de uma misteriosa cidade localizada na província de Sinde, Paquistão, construída por volta de 2.600 a.C e abandonada por volta de 1.900 a.C.

Pelo tamanho e estrutura da cidade, estima-se que havia cerca de 70 mil habitantes, bastante populosa para a época. Além disso, constatou-se expressiva cultura e, ao que tudo indica, a cidade dominava o Vale do Indo e mantinha relações comerciais com povos da Mesopotâmia.

A escrita encontrada era do tipo pictográfico e ainda não foi decifrada, o que dificulta muito conhecer as origens de tal povo e seu enigmático desaparecimento.

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

Surpreendentes Papiros do Antigo Egito Revelam Procedimentos Médicos Bastante Peculiares

Alguns dos papiros egípcios como os Papiros de Lahun com mais de 3.800 anos, revelam peculiaridades da ginecologia do antigo Egito. Neles estão contidos testes de gravidez e a identificação do sexo antes do nascimento do bebê, registros de remédios, entre eles contraceptivos compostos por fezes de crocodilos, carbonato de sódio e mel.

Um exemplo de prescrição médica para evitar gravidez pode ser encontrada no papiro de Ebers, orientando a colocar na vagina um tampão impregnado de uma substância formada de extrato de acácia, colocíntida, tâmaras e mel. A goma de acácia fermentada produz ácido láctico matando os espermatozoides.

A Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, guarda uma coleção de traduções de papiros do Egito antigo. Entre eles está um dos pouquíssimos papiros médicos bem preservados e que guarda registros impressionantes, como discussões a respeito do funcionamento dos órgãos do corpo humano e a descrição de um teste de gravidez que não difere muito aos dos dias de hoje se considerarmos a reação química esperada para ambos. Alguns dos textos que estão disponíveis na Universidade Dinamarquesa datam mais de 4 mil anos, e grande parte dos registros ainda estavam sem tradução.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

A misteriosa e magnífica Ilha de Páscoa

DESCOBERTA DA REGIÃO

A Região Polinésia já teria sido visitada no passado. Há cerca de 3.200 anos, os asiáticos já faziam explorações marítimas. Alguns pesquisadores acreditam que a colonização começou há muito mais tempo, por volta do ano de 8.000 A.C.. Eles teriam se utilizado de catamarãs e partido da Indonésia. Supõe-se de que eles teriam vindo do arquipélago de Bismark e que seriam agricultores e navegadores que utilizaram canoas para enfrentar o mar aberto, chegando às ilhas Fiji (Polinésia Ocidental), Samoa e Tonga.

Alguns pesquisadores consideram que há fortes indícios de que estas ilhas teriam sido descobertas por viajantes que, mesmo com grande planejamento, decidiram navegar rumo ao desconhecido. Outros estudiosos dizem apenas que as ilhas polinésias foram descobertas por acaso. Os colonizadores da Ilha de Páscoa teriam partido das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson em uma viagem de aproximadamente dezessete dias levando várias espécies de fauna e flora. Entre elas, bananas, porcos, cães e galinhas.

Por meio de algumas publicações, deduz-se que a colonização teria ocorrido entre os anos de 300 e 400 D.C. Porém, estudiosos sobre a região contestam esta data por considerarem suas metodologias de cálculo precárias. As questionam quando aplicadas ao idioma da Ilha de Páscoa, que teria tido contato de informantes taitianos e marquesanos.

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Administra canais no Youtube e trabalha com edição de imagens em Photoshop. Também é músico, programador de softwares e pesquisador de assuntos relacionados a Ufologia.

Vajra: O Cortador Micro-ondas Alienígena?

Segundo a mitologia hindu, Vajra é a arma de Indra, a divindade do trovão. Em sânscrito, a palavra ‘Vajra’ significa tanto raio quanto diamante. É dito que a arma Vajra possui a indestrutibilidade do diamante e a força irresistível do raio. O Vajra é dito ter a capacidade de abrir portas estelares para outros planetas.

O dr. Ernst Muldashev trouxe do Nepal uma foto do vajra, que segundo dizem foi usada para cortar pedras.

Segundo ele, ouviu os servos do templo dizendo: “Este dispositivo foi projetado para a moagem de montanhas. Estes dispositivos eram de tamanhos diferentes e chamados de Javra”, e continua “”tal dispositivo subia no ar e voava em obediência ao pensamento do homem”. “Ele poderia moer montanhas, girando a grande velocidade, movendo-se sob a água e no subsolo e retornar”.

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