Os Vedas e a Física Quântica

Os Vedas, são textos da literatura indiana, considerados por muitos historiadores os mais antigos que existem, devido a possibilidade de seus conhecimentos terem sido passados por gerações e gerações, originalmente através da tradição oral, comum no mundo antigo. São compostos de quatro obras, no idioma Sânscrito védico, e neles estão guardadas muitas curiosidades e mistérios a serem desvendados.

Discorro, a seguir, um breve resumo de dois textos, nos quais este artigo será inspirado:

O primeiro texto, Bhagavad Gita, “canção do bem-aventurado”, trata da essência do conhecimento védico da Índia. Ele é um dos maiores clássicos de filosofia e espiritualidade do mundo. Uma filosofia perene que intriga a mente de muitos dos grandes pensadores da humanidade. Faz parte de um dos textos do épico Mahabharata, nos Vedas, embora seja de composição mais recente que o restante do livro. Ele apresenta uma ciência do auto realização e de consciência em Krishina, através do serviço devocional da bhakti-yoga.

O segundo texto, os Upanishades, surgiram como comentários sobre os Vedas, em finalidade e essência, sendo, portanto, conhecidos como Vedānta (“o fim do Veda”). Não há nenhuma pista sobre quando, nem quem, compôs estes textos. Este anonimato, destaca a natureza eterna das verdades neles contidas, fazendo-se por si só, amplamente reconhecido que aqueles que escreveram seus místicos versos foram, sem dúvidas, brâmanes também.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

Makhunik: Uma Antiga Cidade De Anões?

Pequena cidade e múmia anã descobertas no Irã parecem sair da famosa Fábula de Gulliver para a realidade!

Através de escavações ilegais na Fortaleza histórica de Gudiz, na província de Kerman, próximo a cidade de Shahad, foi encontrado um cadáver mumificado que deixou os mais experientes arqueólogos muito intrigados, pois após passar por análises iniciais forenses, as evidências levaram a crer que o pequeno ser possuía seus incríveis 20 a 25 cm e 16 ou 17 anos no momento da sua morte. Claro que esta descoberta fomentou muitos questionamentos quando os pesquisadores revelaram que o corpo mumificado pertencia a um anão adolescente que viveu no local, reforçando rumores antigos sobre a existência de uma cidade anã em Kerman, a cidade de Lilliput, descrita em As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift.

Segundo expõe o jornal Iran Daily de 19/12/2012 (http://old.iran-daily.com/1391/9/29/MainPaper/4403/Page/6/MainPaper_4403_6.pdf) a antiga vila em que a múmia foi encontrada não seria datada da era de Sassânida, mas seria sim, uma cidade ocupada inteiramente por anões que viveram nela há cerca de 5.000 anos atrás. O período sassânida, durante a Antiguidade Tardia, constituiu o último grande império iraniano antes da conquista muçulmana e a adoção do islamismo pela população local. É considerado um dos mais importantes e influentes períodos históricos da história da Pérsia e do Irã.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

Romanos na América (?)

Algumas descobertas e testes de DNA podem atestar a possível presença dos antigos romanos no Novo Mundo, além de comprovarem a grande importância que era dada à navegação e à cartografia na antiguidade

A polêmica teoria de que muito antes de Cristóvão Colombo outras civilizações alcançaram a América tem ganhado ainda mais força graças a algumas evidências arqueológicas e científicas. Alguns pesquisadores tentam demonstrar que os antigos romanos – mais de mil anos antes – teriam cruzado os oceanos, inclusive todo o Atlântico, e isso foi possível devido aos seus conhecimentos geográficos e avançada tecnologia naval. Essa discussão sobre a provável capacidade tecnológica de povos antigos pode confirmar ainda mais a ideia de que o processo de evolução da humanidade é completamente diverso de tudo aquilo que a nós possa ter sido propagado desde então.

Com relação aos antigos romanos, sabemos através de possíveis provas que eles eram conscientes da existência de outro continente. Na verdade, essa especulação de novas terras além-mar já fora narrada ainda na antiguidade por Platão, em seu livro Timeu e Crítias, em que o filósofo nos afirma que existira um continente – hoje conhecido por Atlântida – o qual era situado além das Colunas de Hércules. Essa expressão “Colunas de Hércules”  – de acordo com a mitologia grega, cenário de um dos esforços realizados por Hércules[1] – fora assim interpretada como sendo o estreito de Gibraltar, que separaria o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico, além de ligar os continentes europeu e africano.

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Jornalista, apresentadora, repórter e fotógrafa, formada pela Universidade Federal de Alagoas.

Fantástica Cidade Maia De Tikal É Descoberta Com O Uso De Tecnologia Laser Avançada

Recente descoberta de uma megalópole Maia em plena selva foi possível graças a um mapeamento digital de tecnologia avançada feito em toda grande e complexa estrutura embaixo de uma floresta da Guatemala. Pesquisadores conseguiram identificar mais de 60.000 casas, palácios, fortalezas, rodovias que conectam centros urbanos entre outros lugares, sistemas de irrigação, agricultura intensiva responsável por uma transformação expressiva da paisagem. Enfim, uma evidenciação surpreendente e muitíssimo valiosa para a arqueologia e consequentemente algumas das lacunas da história da Guatemala.

Tudo isso só foi possível por uma tecnologia altamente revolucionária denominada LIDAR (“Light Detection And Ranging”), sigla inglesa que significa: alcance e detecção da luz. Em 2013, os cientistas já falavam na possibilidade de utilizar a LIDAR na floresta do Norte da Guatemala. Mas foi só em 2016 que colocaram a ideia em prática. A LIDAR dispara milhões de feixes de laser no solo através de um avião. As ondas, medidas ao bater e voltar do solo produzem uma imagem tridimensionalmente detalhada da topografia.

Foram identificadas 61.480 estruturas antigas e “a maioria delas descobertas agora”, indica ao público Thomas Garrison, arqueólogo do Ithaca College (EUA) e um dos autores do estudo. “A grande maioria das estruturas são plataformas de alvenaria em ruína do quotidiano dos maias, que deveriam viver em casas construídas com mastros e palha [sobre essas plataformas].”
“As imagens do LIDAR deixam claro que toda essa região era um sistema de assentamentos cuja escala e densidade populacional haviam sido subestimadas”, explicou Thomas Garrison, arqueólogo do Ithaca College e Explorador National Geographic, especialista em tecnologia digital para pesquisas arqueológicas.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

Discos Voadores Num Passado Distante? Aeronaves e Robôs descritos na Antiga Literatura Védica da Índia

A ciência atual diz que nós humanos surgirmos pela primeira vez há menos de 200 mil anos, no entanto os escritos históricos da antiga Índia, falam da presença humana há mais de milhões de anos atrás.

Escrita em sânscrito, a literatura védica da Índia possui muitos tópicos, entre eles, história, religião, filosofia, cosmologia, ciência militar, ciência política, ciências médicas, e também o “vastu” (ciência da arquitetura).

Para muitos historiadores e arqueólogos, as pessoas que falavam sânscrito, escreviam a literatura védica e seguiam sua cultura, não eram nativas da Índia. Eles sugerem que este povo teria entrado pela primeira vez na Índia há cerca de 3.500 anos, vindo pelo Noroeste, entretanto a própria literatura védica menciona suas cidades há mais de 3.500 anos.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

A Misteriosa Tribo Dogon, O Povo Das Estrelas

No início do século XX, foi descoberta uma misteriosa tribo radicada em uma remota região desértica, no interior da África Ocidental, situada próximo à Tinbuktu, no Máli, mais precisamente na Falésia de Bandiagara, local onde há uma falha geológica de aproximadamente 200 km de extensão, localizada entre o rio Níger e a savana.

As altas paredes das rochas, aliadas à precariedade e aridez do lugar, contribuiu para que os habitantes da tribo permanecessem isolados durante milênios, mantendo intocáveis sua cultura e costumes até o século XX.

Seus habitantes vivem em um território bastante hostil e árido, com chuvas anuais de apenas 40 milímetros e temperatura de até 60 graus centígrados e seu modo de vida é considerado primitivo para os padrões modernos. Apesar de todas as adversidades impostas pelo meio ambiente, este povo conseguiu sobreviver através da caça e do cultivo de milho, pequenos grãos, cebolas, amendoim, algodão e fumo. Suas casas são construídas com uma mistura de argila, palha e esterco bovino e sua estrutura social é composta basicamente de camponeses, caçadores, artesãos, feiticeiros e sacerdotes, estes últimos detentores de posição hierárquica mais elevada na tribo.

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

O Mistério de Mohenjo-Daro, o “Monte dos Mortos”

Em 1922, arqueólogos descobriram as ruínas de uma misteriosa cidade localizada na província de Sinde, Paquistão, construída por volta de 2.600 a.C e abandonada por volta de 1.900 a.C.

Pelo tamanho e estrutura da cidade, estima-se que havia cerca de 70 mil habitantes, bastante populosa para a época. Além disso, constatou-se expressiva cultura e, ao que tudo indica, a cidade dominava o Vale do Indo e mantinha relações comerciais com povos da Mesopotâmia.

A escrita encontrada era do tipo pictográfico e ainda não foi decifrada, o que dificulta muito conhecer as origens de tal povo e seu enigmático desaparecimento.

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

A misteriosa e magnífica Ilha de Páscoa

DESCOBERTA DA REGIÃO

A Região Polinésia já teria sido visitada no passado. Há cerca de 3.200 anos, os asiáticos já faziam explorações marítimas. Alguns pesquisadores acreditam que a colonização começou há muito mais tempo, por volta do ano de 8.000 A.C.. Eles teriam se utilizado de catamarãs e partido da Indonésia. Supõe-se de que eles teriam vindo do arquipélago de Bismark e que seriam agricultores e navegadores que utilizaram canoas para enfrentar o mar aberto, chegando às ilhas Fiji (Polinésia Ocidental), Samoa e Tonga.

Alguns pesquisadores consideram que há fortes indícios de que estas ilhas teriam sido descobertas por viajantes que, mesmo com grande planejamento, decidiram navegar rumo ao desconhecido. Outros estudiosos dizem apenas que as ilhas polinésias foram descobertas por acaso. Os colonizadores da Ilha de Páscoa teriam partido das ilhas de Mangareva, Pitcairn e Henderson em uma viagem de aproximadamente dezessete dias levando várias espécies de fauna e flora. Entre elas, bananas, porcos, cães e galinhas.

Por meio de algumas publicações, deduz-se que a colonização teria ocorrido entre os anos de 300 e 400 D.C. Porém, estudiosos sobre a região contestam esta data por considerarem suas metodologias de cálculo precárias. As questionam quando aplicadas ao idioma da Ilha de Páscoa, que teria tido contato de informantes taitianos e marquesanos.

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Administra canais no Youtube e trabalha com edição de imagens em Photoshop. Também é músico, programador de softwares e pesquisador de assuntos relacionados a Ufologia.

Vajra: O Cortador Micro-ondas Alienígena?

Segundo a mitologia hindu, Vajra é a arma de Indra, a divindade do trovão. Em sânscrito, a palavra ‘Vajra’ significa tanto raio quanto diamante. É dito que a arma Vajra possui a indestrutibilidade do diamante e a força irresistível do raio. O Vajra é dito ter a capacidade de abrir portas estelares para outros planetas.

O dr. Ernst Muldashev trouxe do Nepal uma foto do vajra, que segundo dizem foi usada para cortar pedras.

Segundo ele, ouviu os servos do templo dizendo: “Este dispositivo foi projetado para a moagem de montanhas. Estes dispositivos eram de tamanhos diferentes e chamados de Javra”, e continua “”tal dispositivo subia no ar e voava em obediência ao pensamento do homem”. “Ele poderia moer montanhas, girando a grande velocidade, movendo-se sob a água e no subsolo e retornar”.

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