A Teoria dos Antigos Astronautas – Como Tudo Começou

A Teoria dos Antigos Astronautas, ou por alguns chamada de Paleoarqueologia, ou ainda paleo-SETI (do inglês paleo Search for Extraterrestrial Intelligence – paleo busca por inteligência extraterrestre), ou paleocontato (visto que se refere a possíveis visitas de seres extraterrestres altamente desenvolvidos à Terra durante o período Paleolítico) é considerada um mito moderno e uma subciência por muitos. No entanto, o desejo da humanidade em encontrar a vida fora da Terra que tenha auxiliado nossa evolução como civilização iniciou-se há muito e foi propagada pelos escritores de ficção científica já no século XIX. Descubra o início dessa busca pelo começo dos tempos e o Elo Perdido da paleo arqueologia mundial e veja uma breve reflexão sobre a popularidade de textos dessa natureza.

Paleocontato, ou a visitação de seres extremamente inteligentes e tecnologicamente desenvolvidos em nosso planeta no período que data entre 2.7 milhões a 10.000 anos de nossa história, é uma teoria que busca explicar a criação da vida na Terra por semeadura extraterrena. Tal hipótese é geralmente dividida em duas correntes de pensamento: a primeira, como a origem da Teoria do Design Inteligente, mais conhecida como a linha que explicaria a criação do Sistema Solar, dos planetas, da vida animal e vegetal, bem como da gênese humana, com um propósito definido. A segunda teoriza que esses seres chegaram em um ambiente já desenvolvido e que encontraram vasto terreno de pesquisa, principalmente sobre DNA. Dessa forma, passaram a explorar as possibilidades encontradas na fauna e na flora, especialmente entre símios, gerando inúmeras raças humanas, até a fase final do estudo, que culminou no Homo Sapiens. Durante as experimentações, os seres alienígenas supostamente compartilharam conhecimentos científicos avançados, o que teria sido uma possível razão para serem confundidos com Deuses, por seu alto poder tecnológico.

LEIA MAIS

É professora de inglês e português para estrangeiros, tradutora, psicoterapeuta e mestre reikiana. Também é mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC/SP e mestre em Educação Internacional pela Framingham State University. Fã de rock clássico e fotografia, Ana adora pesquisar sobre os mistérios do planeta e do universo, além de terapias holísticas e espiritualidade.

Klaus Dona, O “Indiana Jones” Austríaco

Artista plástico por formação, o curador e pesquisador Klaus Dona tornou-se conhecido pelo instigante trabalho de exploração arqueológica ao redor do mundo. Suas expedições partem desde sua terra natal, a Áustria, até cantos escondidos no Equador, Guatemala ou Sardenha. Descubra um pouco mais sobre seu trabalho e suas teorias esclarecedoras.

Respeitado pela abordagem nada convencional sobre arqueologia em suas investigações, Klaus Dona tem desvendado vários mistérios e organizado exposições ao redor do mundo, devido à sua vasta experiência com o universo das Artes e das explorações históricas. Muito de seu trabalho como colecionador e investigador ocorreu durante sua estada como curador da Habsburg Haus of Austria. Dona tem como principal missão trazer ao público suas descobertas arqueológicas sobre artefatos que não se encaixam nos padrões de nossos tempos, tais como esculturas, crânios de cristal, escritos, entre outros achados. Esses mais de 3500 objetos, denominados Ooparts (do inglês “out-of-place artifacts”, ou “artefatos fora do lugar”, de contexto), são elementos que exibem características que não podem ser explicadas pela arqueologia tradicional, por apresentarem qualidades fora do padrão histórico ao qual deveriam pertencer pelos sistemas de datação.

Algumas de suas mais famosas pesquisas envolvem as pirâmides submersas de Yonaguni encontradas em 1985, no litoral japonês próximo às ilhas Ryukyu pelo mergulhador Kihachiro Aratake. As formações têm cerca de 200 metros de largura e 140 de extensão, com altura de aproximadamente 26 no ponto mais alto. Tais achados, a cerca de 25 metros de profundidade, causaram desconforto entre membros da comunidade científica, que afirmam terem sido construídas naturalmente. No entanto, Dona observa que no topo de duas dessas formações foram descobertas esculturas de animais: um pássaro semelhante a uma águia, e uma pedra gigantesca no formato de uma tartaruga. Como afirma Dona, a natureza, apesar de perfeita, ainda não está esculpindo de maneira tão precisa. Imagens revelam estruturas simétricas e perfeitamente esculpidas, como escadarias e retângulos em ângulos exatos; evidências, de acordo com Dona, de que seriam construções humanas.

LEIA MAIS

É professora de inglês e português para estrangeiros, tradutora, psicoterapeuta e mestre reikiana. Também é mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC/SP e mestre em Educação Internacional pela Framingham State University. Fã de rock clássico e fotografia, Ana adora pesquisar sobre os mistérios do planeta e do universo, além de terapias holísticas e espiritualidade.