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Blog da Revista Enigmas

O Pilar De Déli: Mistérios Entranhados Num Ferro Inoxidável e Milenar

Localizado na cidade de Déli, na Índia, o Pilar de Ferro de Déli é famoso por sua composição resistente à ferrugem. Acredita-se que fora construído a partir de soldagem de forja. É um pilar ornamentado que se torna mais inspirador quando se conhece sua longa e misteriosa história.

O Pilar de Ferro fica ao arredor das ruínas da mesquita Quwwat-ul, que é considerada uma relíquia da antiga Índia islâmica. A princípio, o pilar não revela nada de sua idade, contudo, sabe-se que ele é muito mais antigo que a própria mesquita, cuja data remonta 1192. A grande coluna de ferro foi forjada há 1.600 anos, ou seja, meados dos anos 300, e chegou a Déli há cerca de 1.000 anos atrás, antes da construção da mesquita. Analisando, parece óbvio, que com tamanha idade, do pilar de ferro não haveria de ter restado nem o pó. No entanto, sustentado por intrigantes mistérios, o misterioso pilar resiste sobre as ruínas islâmicas, as mesmas que pereceram muito antes de sua existência.

O magnífico Monumento de Déli, é uma coluna de ferro com 7,2 metros de altura, dos quais 1,1 metro são subterrâneos. Na sua base contém uma grade de barras de ferro, soldadas com chumbo na camada superior. O diâmetro inferior do pilar é de 420 mm (17 pol) e seu diâmetro superior de 306 mm (12,0 pol). Possui cerca de mais de seis toneladas constituídas de 98% de ferro forjado. E assim, por causa de sua alta resistência à corrosão, o Pilar de Ferro de Déli tem atraído a atenção de arqueólogos e metalúrgicos. Um relatório publicado na revista Current Science, por R. Balasubramaniam, do Instituto Indiano de Tecnologia de Kanpur, afirma que: o pilar é “um testemunho vivo da habilidade dos metalúrgicos da antiga Índia”.

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Fantástica Cidade Maia De Tikal É Descoberta Com O Uso De Tecnologia Laser Avançada

Recente descoberta de uma megalópole Maia em plena selva foi possível graças a um mapeamento digital de tecnologia avançada feito em toda grande e complexa estrutura embaixo de uma floresta da Guatemala. Pesquisadores conseguiram identificar mais de 60.000 casas, palácios, fortalezas, rodovias que conectam centros urbanos entre outros lugares, sistemas de irrigação, agricultura intensiva responsável por uma transformação expressiva da paisagem. Enfim, uma evidenciação surpreendente e muitíssimo valiosa para a arqueologia e consequentemente algumas das lacunas da história da Guatemala.

Tudo isso só foi possível por uma tecnologia altamente revolucionária denominada LIDAR (“Light Detection And Ranging”), sigla inglesa que significa: alcance e detecção da luz. Em 2013, os cientistas já falavam na possibilidade de utilizar a LIDAR na floresta do Norte da Guatemala. Mas foi só em 2016 que colocaram a ideia em prática. A LIDAR dispara milhões de feixes de laser no solo através de um avião. As ondas, medidas ao bater e voltar do solo produzem uma imagem tridimensionalmente detalhada da topografia.

Foram identificadas 61.480 estruturas antigas e “a maioria delas descobertas agora”, indica ao público Thomas Garrison, arqueólogo do Ithaca College (EUA) e um dos autores do estudo. “A grande maioria das estruturas são plataformas de alvenaria em ruína do quotidiano dos maias, que deveriam viver em casas construídas com mastros e palha [sobre essas plataformas].”
“As imagens do LIDAR deixam claro que toda essa região era um sistema de assentamentos cuja escala e densidade populacional haviam sido subestimadas”, explicou Thomas Garrison, arqueólogo do Ithaca College e Explorador National Geographic, especialista em tecnologia digital para pesquisas arqueológicas.

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Novidades sobre as Múmias de Nazca

Resultados das Primeiras Pesquisas Sobre As Múmias de Nazca Num Evento Histórico Na República Do Peru

Aconteceu na manhã do 19 de novembro de 2018, no Peru, um congresso sobre os resultados dos estudos feitos a cerca das misteriosas Múmias de Nazca, a fim de levar ao conhecimento público algo de importância histórica sem precedentes.

Para aqueles que não acompanharam o caso, a descoberta da primeira Múmia de Nazca foi levada a público pela primeira vez em junho de 2017. Foram encontradas na região das Linhas de Nazca cujo solo encontra-se marcado por hieróglifos gigantes de autores desconhecidos até hoje. Na ocasião foram recolhidas múmias de seres de até 1,68 de altura, e também seres menores de cerca de 60 centímetros, e até menos! Todas possuindo três dedos nas mãos e três dedos nos pés, cabeça alongada, olhos grandes e boca muito pequena, além de seus 1.700 anos.

E claro, isso chamou muito a atenção dos pesquisadores!

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Discos Voadores Num Passado Distante? Aeronaves e Robôs descritos na Antiga Literatura Védica da Índia

A ciência atual diz que nós humanos surgirmos pela primeira vez há menos de 200 mil anos, no entanto os escritos históricos da antiga Índia, falam da presença humana há mais de milhões de anos atrás.

Escrita em sânscrito, a literatura védica da Índia possui muitos tópicos, entre eles, história, religião, filosofia, cosmologia, ciência militar, ciência política, ciências médicas, e também o “vastu” (ciência da arquitetura).

Para muitos historiadores e arqueólogos, as pessoas que falavam sânscrito, escreviam a literatura védica e seguiam sua cultura, não eram nativas da Índia. Eles sugerem que este povo teria entrado pela primeira vez na Índia há cerca de 3.500 anos, vindo pelo Noroeste, entretanto a própria literatura védica menciona suas cidades há mais de 3.500 anos.

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Encontrado Raro Artefato da Idade do Bronze na Europa: Uma Luva de Metal de 3.500 Anos

Uma Luva de Metal de 3.500 Anos foi encontrada recentemente, em 2017, próximo ao Lago Biel, perto do vilarejo de Prêles, na Suíça, por caçadores de tesouros que usavam detectores de metal, e que mais tarde vieram a entrega-la às autoridades, junto com um punhal de bronze e um osso de costela que encontraram nas proximidades.

Os arqueólogos ficaram fascinados com tamanha descoberta, pois se trata da representação de metal de um corpo humano mais antiga encontrada na Europa. A luva que foi datada em 3.500 anos é um pouco menor que o esperado para um tamanho normal, porém foi forjada com meio quilo de bronze. O punho da luva é curiosamente de ouro, e usando radiocarbono, um método de datação radiométrica que usa o radioisótopo de ocorrência natural carbono-14(14C) para determinar a idade de materiais carbonáceos até cerca de 60 000 anos, os pesquisadores conseguiram estimar, também, a data da cola usada para fixar o punho de ouro da luva chegando a datar cerca de 1.400 e 1500 anos, confirmando a Idade do Bronze na Europa.

Um detalhe interessante no achado, é que existe um soquete dentro da mão, o que poderia ter sido feito para o encaixe de um bastão.

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A Misteriosa Tribo Dogon, O Povo Das Estrelas

No início do século XX, foi descoberta uma misteriosa tribo radicada em uma remota região desértica, no interior da África Ocidental, situada próximo à Tinbuktu, no Máli, mais precisamente na Falésia de Bandiagara, local onde há uma falha geológica de aproximadamente 200 km de extensão, localizada entre o rio Níger e a savana.

As altas paredes das rochas, aliadas à precariedade e aridez do lugar, contribuiu para que os habitantes da tribo permanecessem isolados durante milênios, mantendo intocáveis sua cultura e costumes até o século XX.

Seus habitantes vivem em um território bastante hostil e árido, com chuvas anuais de apenas 40 milímetros e temperatura de até 60 graus centígrados e seu modo de vida é considerado primitivo para os padrões modernos. Apesar de todas as adversidades impostas pelo meio ambiente, este povo conseguiu sobreviver através da caça e do cultivo de milho, pequenos grãos, cebolas, amendoim, algodão e fumo. Suas casas são construídas com uma mistura de argila, palha e esterco bovino e sua estrutura social é composta basicamente de camponeses, caçadores, artesãos, feiticeiros e sacerdotes, estes últimos detentores de posição hierárquica mais elevada na tribo.

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A Teoria dos Antigos Astronautas – Como Tudo Começou

A Teoria dos Antigos Astronautas, ou por alguns chamada de Paleoarqueologia, ou ainda paleo-SETI (do inglês paleo Search for Extraterrestrial Intelligence – paleo busca por inteligência extraterrestre), ou paleocontato (visto que se refere a possíveis visitas de seres extraterrestres altamente desenvolvidos à Terra durante o período Paleolítico) é considerada um mito moderno e uma subciência por muitos. No entanto, o desejo da humanidade em encontrar a vida fora da Terra que tenha auxiliado nossa evolução como civilização iniciou-se há muito e foi propagada pelos escritores de ficção científica já no século XIX. Descubra o início dessa busca pelo começo dos tempos e o Elo Perdido da paleo arqueologia mundial e veja uma breve reflexão sobre a popularidade de textos dessa natureza.

Paleocontato, ou a visitação de seres extremamente inteligentes e tecnologicamente desenvolvidos em nosso planeta no período que data entre 2.7 milhões a 10.000 anos de nossa história, é uma teoria que busca explicar a criação da vida na Terra por semeadura extraterrena. Tal hipótese é geralmente dividida em duas correntes de pensamento: a primeira, como a origem da Teoria do Design Inteligente, mais conhecida como a linha que explicaria a criação do Sistema Solar, dos planetas, da vida animal e vegetal, bem como da gênese humana, com um propósito definido. A segunda teoriza que esses seres chegaram em um ambiente já desenvolvido e que encontraram vasto terreno de pesquisa, principalmente sobre DNA. Dessa forma, passaram a explorar as possibilidades encontradas na fauna e na flora, especialmente entre símios, gerando inúmeras raças humanas, até a fase final do estudo, que culminou no Homo Sapiens. Durante as experimentações, os seres alienígenas supostamente compartilharam conhecimentos científicos avançados, o que teria sido uma possível razão para serem confundidos com Deuses, por seu alto poder tecnológico.

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Misteriosos Efeitos Sonoros Estão Entre As Descobertas Mais Intrigantes Do Sítio Megalítico De Malta

Considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, o Hypogeum de Hal Saflieni localiza-se em Paola-Malta, e reserva mistérios que vão desde a descoberta de crânios alongados até fenômenos paranormais. Talvez seja o mais antigo templo pré-histórico subterrâneo do mundo, e com certeza o único exemplo conhecido de uma estrutura subterrânea da Idade do Bronze!

O Hypogeum de Hal Saflieni foi descoberto no ano de 1902, acidentalmente, e ganhou inestimável valor na pré-história maltesa. Com cerca de 5.000 anos, acredita-se que o local possa ter sido um santuário e usado como oráculo.

Durante as escavações foram encontrados e documentados restos mortais de mais de 7.000 indivíduos e, embora muitos dos ossos tenham sido perdidos, a maioria dos crânios podem ser encontrados no Museu Nacional de Malta.

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O Mistério de Mohenjo-Daro, o “Monte dos Mortos”

Em 1922, arqueólogos descobriram as ruínas de uma misteriosa cidade localizada na província de Sinde, Paquistão, construída por volta de 2.600 a.C e abandonada por volta de 1.900 a.C.

Pelo tamanho e estrutura da cidade, estima-se que havia cerca de 70 mil habitantes, bastante populosa para a época. Além disso, constatou-se expressiva cultura e, ao que tudo indica, a cidade dominava o Vale do Indo e mantinha relações comerciais com povos da Mesopotâmia.

A escrita encontrada era do tipo pictográfico e ainda não foi decifrada, o que dificulta muito conhecer as origens de tal povo e seu enigmático desaparecimento.

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Manuscritos do Mar Morto: Quais Mistérios Foram Decifrados? Quem os Escreveu?

Entre o ano de 1947 e 1956 acontecia na caverna de Qumran, no trecho do Mar Morto que fica na Jordânia uma das descobertas mais extraordinárias de todos os tempos. Esta descoberta estimulou o interesse intenso por saber quem teria ocupado Qumran

Trata-se dos manuscritos mais antigos da Bíblia Hebraica já encontrados. Rolos contendo 800 documentos, compondo as primeiras páginas da Bíblia e os ensinamentos do cristianismo, incluindo os dez mandamentos. Datado de aproximadamente 4a.C.

Segundo as pesquisas, estavam escritos em códigos e bastante deteriorados, tanto que alguns pedaços tinham menos de 1cm.

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