O Mistério de Mohenjo-Daro, o “Monte dos Mortos”

Em 1922, arqueólogos descobriram as ruínas de uma misteriosa cidade localizada na província de Sinde, Paquistão, construída por volta de 2.600 a.C e abandonada por volta de 1.900 a.C.

Pelo tamanho e estrutura da cidade, estima-se que havia cerca de 70 mil habitantes, bastante populosa para a época. Além disso, constatou-se expressiva cultura e, ao que tudo indica, a cidade dominava o Vale do Indo e mantinha relações comerciais com povos da Mesopotâmia.

A escrita encontrada era do tipo pictográfico e ainda não foi decifrada, o que dificulta muito conhecer as origens de tal povo e seu enigmático desaparecimento.

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Analista Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e pesquisador da Teoria do Paleocontato, Civilizações antigas, Arqueologia Proibida e Tecnologia Ancestral.

Manuscritos do Mar Morto: Quais Mistérios Foram Decifrados? Quem os Escreveu?

Entre o ano de 1947 e 1956 acontecia na caverna de Qumran, no trecho do Mar Morto que fica na Jordânia uma das descobertas mais extraordinárias de todos os tempos. Esta descoberta estimulou o interesse intenso por saber quem teria ocupado Qumran

Trata-se dos manuscritos mais antigos da Bíblia Hebraica já encontrados. Rolos contendo 800 documentos, compondo as primeiras páginas da Bíblia e os ensinamentos do cristianismo, incluindo os dez mandamentos. Datado de aproximadamente 4a.C.

Segundo as pesquisas, estavam escritos em códigos e bastante deteriorados, tanto que alguns pedaços tinham menos de 1cm.

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Curiosa pesquisadora das mais diversas áreas do conhecimento, autora de variados tipos de textos, expostos em https://www.recantodasletras.com.br/escrivaninha/publicacoes/index.php

A Enigmática Cueva de Los Tayos: Mistérios e Tesouros que Sobrevivem ao Tempo

Na região amazônica equatoriana, chamada de Morona Santiago, há uma caverna muito profunda, conhecida por Cueva de los Tayos. Possui este nome por ser moradia dos Tayos, pássaros quase cegos que vivem nas profundezas da caverna que fica a uma altitude de 800 metros acima do nível do mar

A intrigante descoberta na Cueva de Los Tayos girou em torno do Sr. Janos “Juan” Moricz, um empresário argentino-húngaro aristocrático que alegou ter descoberto uma série de túneis no Equador que guardavam uma “Biblioteca de Metal”. Ele tentou registrar no Cartório da cidade de Cuenca uma escritura declarada na presença de várias testemunhas que confirmaram sua incrível descoberta, porém não se sabe ao certo se isso lhe foi permitido. A escritura expõe: “Na região oriental, província de Morona-Santiago, dentro dos limites da República do Equador, descobri preciosos objetos de grande valor cultural e histórico para a humanidade; contêm, provavelmente, o resumo da história de uma civilização desaparecida da qual, até essa data, não tínhamos o menor indício. Os objetos consistem principalmente de lâminas metálicas gravadas com signos e escrituras ideográficas, verdadeira biblioteca metálica que contém a relação cronológica da história da humanidade. Tais objetos se encontram espalhados dentro das diversas cavernas e são de natureza variada.”

Consta que Juan Moricz foi levado à entrada da caverna pelos índios Shuar, graças à amizade que mantinha com eles. Moricz acreditava que uma civilização perdida havia vivido no interior das cavernas, cuja rede de túneis subterrâneos com diversas entradas ocultas se espalhavam sob a América Latina inteira ligando todo o continente. Essa crença, da qual partilhou Juan Moricz, existe na maioria das culturas indígenas do continente americano. Os índios do Equador, como os Shuaras e Coangos, acreditam que os tuneis foram usados num passado distante por seus antepassados, permitindo assim, o contato entre os povos de terras distantes, contudo ao deixarem as cavernas para viverem sobre a terra, o conhecimento das entradas ocultas foram se perdendo.

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